Todos à passeata em solidariedade à heróica resistência palestina e de repúdio ao genocídio do Estado de Israel
Rio de Janeiro - dia 23 de janeiro – 6ª feira
Concentração às 15 horas no Saara
(entre as ruas Buenos Aires e Regente Feijó)Passeata até o Itamarati na Rua Marechal Floriano
(entrega de documento ao escritório da ONU no Rio exigindo o fim imediato do genocídio, a abertura das fronteiras e o fim do bloqueio, além da condenação de Israel por crimes de guerra)
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Após 22 dias de guerra contra o povo de Gaza, que causou a morte de mais de 1.300 palestinos (ver dados do extermínio e da destruição abaixo), Israel decretou um “cessar fogo” unilateral, mas não encerra o genocídio.
A ocupação militar, o criminoso e nazista bloqueio das fronteiras de Gaza e da Palestina, bloqueio que se constituiu na prática em prisão de 1,5 milhões de pessoas – que não podiam (nem ainda podem) sair da Faixa – fazem parte de uma “política” do imperialismo norte-americano e do Estado terrorista de Israel para intimidar e exterminar o povo palestino.
Por que toda essa “política” de intimidação e extermínio? Um somatório de fatores contribuiu para invasão de Israel em Gaza: as próximas eleições em Israel, teste de novas armas e interesses econômicos na militarização, troca de presidentes nos EUA no dia 20 de janeiro, entre outros.
Mas há um fator decisivo, de fundo, para mais este massacre nas condições específicas em que foi perpetrado – a conjuntura internacional de aprofundamento da crise mundial do capitalismo, com a agudização das contradições do sistema imperialista e intensificação da exploração, da opressão, da fascistização, da militarização e da barbárie para fazer frente à crise e à resistência do proletariado e dos povos contra o desemprego, a miséria e em defesa de condições dignas de vida e pela liberdade.
A tentativa do imperialismo de esmagar a resistência palestina, o povo palestino, exemplo de heroísmo, combatividade, determinação na luta contra a dominação e a exploração, se dá em uma região estratégica (Oriente Médio) do mundo, palco de uma intensa luta de classes e de disputas interimperialistas por zonas de influência para a valorização do capital e pelo controle e o transporte de matérias-primas, principalmente gás e petróleo.
Agora, com o discurso da “trégua”, o Estado de Israel (com o apoio do imperialismo norte-americano) espera contar com a indiferença, com o esquecimento, com a banalização, com o “olhar cego” que não quer ver que nesses 22 dias de ataque à Faixa de Gaza, território mais densamente povoado do planeta, com 1,5 milhão de habitantes para uma área de 360 km²:
Mais de 1.300 palestinos morreram e 5.400 ficaram feridos
Dos mortos, 700 eram civis e cerca de 400 eram crianças
22 mil edifícios palestinos foram destruídos
5.000 casas, 20 mesquitas, 16 prédios do governo foram destruídos
Outras 20 mil casas também foram danificadas
Cerca de 50 mil pessoas ficaram sem casa na faixa de Gaza
400 mil palestinos estão sem acesso a água encanadaPara fazer frente à barbárie imperialista é fundamental a mobilização popular em solidariedade à heróica resistência palestina, pelo fim da ocupação e do bloqueio pelo Estado terrorista de Israel da Faixa de Gaza e de apoio irrestrito à criação do Estado Palestino, da Palestina Livre.
- Repúdio ao genocídio do Estado terrorista de Israel
- Pelo fim do bloqueio
- Abertura das fronteiras da Faixa de Gaza
- Pela criação do Estado Palestino, a Palestina Livre
- Abaixo o imperialismo
- Viva a heróica resistência do povo palestino* * *
Outras matérias no sítio do CeCAC sobre a Palestina:
Albert Einstein condenou os israelitas nazistas
Quatro anos da segunda Intifada: heróica resistência do povo palestino!
A vitória eleitoral do Hamas e a resistência do povo palestino
Fim ao “Golpe de Estado” israelense na Palestina!
Sexto Aniversário da Segunda Intifada Palestina
A agressão israelense em imagens - Resistência Palestina e Manifestações de Solidariedade em imagens
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20/jan/2009