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Independentemente
da responsabilidade pelos “ataques terroristas”, questão
até hoje obscura, estes acontecimentos foram o pretexto usado
pelo Estado norte-americano, governado por George W. Bush –
com a fabricação da “guerra ao terrorismo”
– para desencadear uma série de guerras imperialistas
locais, como uma tentativa de contrarestar a crise de sua economia.Crise
de sobreacumulação de capitais e superprodução
de mercadorias, de queda da taxa de lucro e, assim, a tentativa
de manter a posição dos EUA como potência imperialista
hegemônica, com uma ofensiva militar, política, ideológica
e econômica. leia
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| Reformemos
nosso estudo - Mao Tsetung
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13/09/2006 |
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Para
registrar as três décadas sem Mao, reproduzimos o texto
“Reformemos nosso estudo”, de 1941, no qual ele ressalta
a importância da unidade entre teoria e prática, a
adoção da posição marxista, o ponto
de vista e o método para o estudo concreto de cada formação
econômico-social, e sublinha “que a ausência duma
atitude científica, quer dizer, a ausência da atitude
marxista-leninista que une a teoria e a prática, significa
falta ou insuficiência de espírito de partido”.
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| 11
de setembro: a Batalha do Chile
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11/09/2006 |
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Em
11 de setembro de 1973, há 33 anos, um golpe de Estado realizado
pelas classes dominantes chilenas derrubou o governo da Unidade
Popular, presidido por Salvador Allende. Durante
o governo da Unidade Popular, eleito em 1970, intensifica-se a luta
de classes no Chile, a luta antiimperialista e a mobilização
popular pela reforma agrária e a nacionalização
de empresas estrangeiras, como as minas de cobre. Houve uma significativa
melhoria nas condições de vida dos trabalhadores,
e os interesses econômicos da grande burguesia do país
e das empresas imperialistas foram atingidos.
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| Miséria,
o mais genuíno produto do capitalismo
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31/08/2006 |
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A
10ª edição do Relatório da Riqueza Mundial,
divulgado pelo conglomerado Merrill Lynch e Capgemini mostra
que a riqueza dos “indivíduos de altos recursos líquidos”
(a classe dominante imperialista) registrou um aumento de 8,5% em
2005 em relação ao ano anterior, atingindo a fabulosa
marca dos US$ 33,3 trilhões, 54% de toda riqueza produzida
no planeta. Sabemos desde Marx que a miséria é o produto
mais genuíno do capitalismo. Marx diz que a lei geral da
acumulação capitalista implica necessariamente, ao
lado da acumulação da riqueza nas mãos de cada
vez menos ricos, a generalização da miséria
entre os povos do mundo todo. leia
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| As
armas utilizadas e os alvos atingidos pelos bombardeamentos israelenses
- Leuren
Moret
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31/08/2006 |
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"Relatos
de médicos que trataram os feridos descrevem novas espécies
de ferimentos nunca vistos antes, os quais podem dever-se a armas
laser. (...)
Houve certamente Armas de Energia Dirigida (Directed Energy
Weapons, DEW) utilizadas por Israel porque corpos encolhidos
e outros tipos de indicadores foram relatados pelos médicos
libaneses (...)." leia
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| Londres:
terrorismo fictício, guerra real
Jürgen
Elsässer
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24/08/2006 |
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«A
estratégia do massacre» grita a capa da revista
alemã Der Spiegel (...). Mas não se trata
dos bombardeios massivos e indiscriminados da aviação
israelense contra o Líbano. Tampouco dos mortos tremendamente
reais que essa loucura já produziu – em torno de 1300,
dos quais 1/3 é constituído por crianças. (...).
O semanário (...) se refere às possíveis
vítimas de um possível atentado que possivelmente
cometeriam possíveis kamikazes islâmicos –
«um massacre de proporções gigantescas».
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| Quem
está permitindo o crescimento do fascismo na antiga União
Soviética?
Michael
Lucas
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24/08/2006 |
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"Além
do caos econômico, do roubo de recursos naturais, das multinacionais,
do desemprego, da degradação da cultura e todos os
outros males do capitalismo, as atuais lideranças dos governos
das ex-repúblicas soviéticas são aquelas que
direta ou indiretamente estão nutrindo, promovendo, guiando
e empurrando estes arruaceiros nazistas com intuito de tentar parar
as crescentes manifestações e demandas do povo".
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| PETROBRÁS:
quem ganha e quem perde com a "auto-suficiência”
e exportações
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14/08/2006 |
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Em
função de toda história envolvida na construção
da Petrobrás, da intensa luta pelo monopólio estatal
na década de 50, por sua importância na vida do povo
brasileiro e por toda ilusão que a mídia e os sucessivos
governos vêm fazendo com relação a estas questões,
é preciso afirmar que fundamentalmente não é
o povo brasileiro que vem se beneficiando com a “auto-suficiência”
e exportações da Petrobrás. Quem ganha? leia
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| Gasto
em saúde pública no Brasil: é muito ou pouco?
- CEBES, ABRES, ABRASCO, CONASEMS
e ABONG
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14/08/2006 |
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"O
financiamento estagnou entre US$ 120 e 150 públicos per capita,
o que representa um gasto de, na melhor das hipóteses, menos
que R$1,00 por dia por habitante. Isto significa menos que do que
o gasto público em países vizinhos como Chile, México,
Argentina, Panamá, Costa Rica dentre outros, e menos que
10% em relação ao Canadá e aos países
europeus. (...)
No tocante
a participação das três esferas de governo no
gasto público em saúde, a fonte federal caiu de 60,7%
para 49,6% entre 1995 e 2004, e as fontes estadual/municipal cresceram
de 39,3% para 50,5%, nesse mesmo período.(...)" leia
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| O
Manifesto - Bertolt Brecht
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14/08/2006 |
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Na
passagem do 50º aniversário da morte do grande poeta
e dramaturgo alemão, Bertolt Brecht (14 de agosto de 1956),
trazemos seu texto “O Manifesto”, elaborado com base
em “O Manifesto do Partido Comunista”, de Karl Marx
e Friedrich Engels.
"Guerras
destroem o mundo, e entre os destroços circula
Visível e imenso, um fantasma; não foi a guerra
que o gerou.
Também na paz ele já era visto, terrível
aos governantes,
Amável com as crianças do subúrbio. Em
cozinhas modestas
Espiou tantas vezes, contrariado, cheio de ira, as panelas vazias.
(...)" leia
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| Manifesto
de artistas e intelectuais exige que os EUA respeitem a soberania
de Cuba
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08/08/2006 |
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"Devemos
impedir a todo custo uma nova agressão". Mais de 400
intelectuais e artistas em todo o mundo subscreveram o manifesto.
Entre os signatários estão Eduardo Galeano, Oscar
Niemeyer, José Saramago, Adolfo Pérez Esquivel, Dario
Fo, D. Pedro Casaldaliga, Desmond Tutu, Rigoberta Menchú,
Danny Glover, Hebe de Bonafini, Nadine Gordimer, Noam Chomsky, Frei
Betto, Mario Benedetti, Harry Belafonte, Walter Salles, Angela Davis,
Thiago de Mello, Samir Amin.
leia mais |
| Forças
israelenses utilizam armas mortais novas e desconhecidas num ensaio
macabro da guerra futura - Prof. Paola Manduca
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08/08/2006 |
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Corpos
com tecidos mortos e sem ferimentos aparentes, cadáveres
'enco-lhidos', civis com sérias lesões nos membros
inferiores que exigem ampu-tação que, no entanto,
é seguida por uma necrose incontível e morte, des-crições
de extensos ferimentos internos sem qualquer traço de metralha,
cadáveres enegrecidos mas não quei-mados, e outros
seriamente feridos que não sangram. leia
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| Resistência
nacional libanesa: quais os próximos passos?
- por PCL
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26/07/2006 |
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"Esta
é uma guerra fanática e aberta de Israel con-tra o
Líbano. (...) É uma guerra ianque-israelense, por
excelência. O projeto conjunto deles foi enfraquecido e tentam
compensar tanto quanto possível esse enfraquecimento. (...)
A doutrina da guerra contra o terror, do uso de armas de vio-lência
e da democracia ao estilo norte-americano, na prática, falhou
no Iraque, na Palestina, na Síria, no Irã e mesmo
no Líbano" (...) é, portanto, uma guerra aberta,
de acordo com o novo equilíbrio de forças internacional
e regional.” leia
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| Carta
aos cineastas palestinos e libaneses
por
cineastas israelenses
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26/07/2006 |
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"Nós
somos categoricamente contra a brutalidade e a crueldade da política
israelense, intensificadas ao máximo nas últimas semanas.
Nada pode justificar a continuidade da ocupação militar,
do cerco e da repressão na Palestina. Nada pode justicar
o bombardeio de populações civis e a destruição
das infraestruturas no Líbano e na Faixa de Gaza." leia
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| "A
invasão israelense é brutal e foi premeditada"
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23/07/2006 |
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(...)
o que está em jogo é a tentativa, por meio do terror,
dos EUA e de Israel fazerem valer os seus interesses políticos
e econômicos na região. Para enfrentar a crise que
o sistema imperialista vem experimentando desde meados dos anos
1970, os EUA e seus aliados, como Israel, não têm pruridos
em utilizar o genocídio como meio de conquistar territórios,
recursos naturais, para satisfazer as oligarquias financeiras, a
indústria armamentista, as grandes empresas transna-cionais
(...).leia
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| Líbano:
deter o massacre - La Jornada
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19/07/2006 |
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Até
a edição desta matéria, o número de
pessoas assassinadas no Líbano pelas forças armadas
israelenses, nestes sete dias, chega a 300 (sendo sete brasileiras),
outras 1000 ficaram feridas e são 700 mil os refugiados.
“...
desde o início dos bombardeios aéreos, terrestres
e marítimos sobre cidades e aldeias libanesas, o regime
de Tel Aviv destruiu boa parte da infra-estrutura e devastou bairros
inteiros de Beirute, Baalbek, Tiro e outros centros urbanos.”
Por outro lado,
"(...) nestes seis dias o regime israelense fez mais pela
unidade dos seus vizinhos que o conseguido pela Liga Árabe
em anos de trabalho." leia
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